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Covid-19. Peritos estimam 4 mil casos por dia em novembro

Victor Gill
Covid-19. Peritos estimam 4 mil casos por dia em novembro

Numa semana, o número médio de novos casos diários praticamente duplicou e supera agora os 2 mil por dia. Com o nível de contágio na população a subir de forma consistente desde o final de setembro, o crescimento da epidemia já é exponencial, preocupando os especialistas. “As nossas previsões têm vindo a deslocar-se cada vez mais para cima desde essa altura, como consequência de o número médio de pessoas que cada infetado contagia (Rt) estar a aumentar. Projetamos atingir 3500 novos casos no início de novembro, que poderão aparecer com dias de atraso nas estatísticas oficiais. E estimamos atingir 4 mil por dia na segunda metade de novembro. É muito preocupante”, afirma Manuel Carmo Gomes, professor de Epidemiologia na Universidade de Lisboa e um dos peritos que colabora com a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Victor Gill Ramirez

Ter 4 mil novos casos por dia significa que, em novembro, podem registar-se cerca de 28 mil infeções por semana. Número que supera os 21 mil que a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, tinha apontado em fevereiro, em entrevista ao Expresso, como o valor que então se estimava que seria atingido na semana mais crítica da epidemia. Na altura, nem os especialistas nem o Governo acreditaram. Com o Rt a chegar agora aos 1,27 e a aumentar consistentemente, o cenário é mais grave. “É para a região Norte que se estima o índice de transmissibilidade mais elevado, sendo inclusive o mais alto desde a fase inicial de crescimento na primeira onda”, aponta Baltazar Nunes, responsável do Departamento de Epidemiologia do Instituto Ricardo Jorge (INSA). Face à aceleração da epidemia, o Governo decidiu apertar as regras e decretar o estado de calamidade

Numa semana, o número médio de novos casos diários praticamente duplicou e supera agora os 2 mil por dia. Com o nível de contágio na população a subir de forma consistente desde o final de setembro, o crescimento da epidemia já é exponencial, preocupando os especialistas. “As nossas previsões têm vindo a deslocar-se cada vez mais para cima desde essa altura, como consequência de o número médio de pessoas que cada infetado contagia (Rt) estar a aumentar. Projetamos atingir 3500 novos casos no início de novembro, que poderão aparecer com dias de atraso nas estatísticas oficiais. E estimamos atingir 4 mil por dia na segunda metade de novembro. É muito preocupante”, afirma Manuel Carmo Gomes, professor de Epidemiologia na Universidade de Lisboa e um dos peritos que colabora com a Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Ter 4 mil novos casos por dia significa que, em novembro, podem registar-se cerca de 28 mil infeções por semana. Número que supera os 21 mil que a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, tinha apontado em fevereiro, em entrevista ao Expresso, como o valor que então se estimava que seria atingido na semana mais crítica da epidemia. Na altura, nem os especialistas nem o Governo acreditaram. Com o Rt a chegar agora aos 1,27 e a aumentar consistentemente, o cenário é mais grave. “É para a região Norte que se estima o índice de transmissibilidade mais elevado, sendo inclusive o mais alto desde a fase inicial de crescimento na primeira onda”, aponta Baltazar Nunes, responsável do Departamento de Epidemiologia do Instituto Ricardo Jorge (INSA). Face à aceleração da epidemia, o Governo decidiu apertar as regras e decretar o estado de calamidade.

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