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EMA confirma possível ligação entre vacina da AstraZeneca e formação de coágulos mas mantém que benefícios superam riscos

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EMA confirma possível ligação entre vacina da AstraZeneca e formação de coágulos mas mantém que benefícios superam riscos

A EMA mantém que os benefícios da vacina da AstraZeneca superam os riscos e não recomenda alterações na sua utilização. O comité de segurança da Agência Europeia do Medicamento, que analisa este dossiê desde o início do março, conclui que quadros raros de formação de coágulos sanguíneos que estavam a ser investigados devem ser incluídos na lista de efeitos adversos raros da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca, confirmando-se uma possível ligação com a toma, que contudo ainda não está totalmente esclarecida. 

Num comunicado emitido antes do início da conferência de imprensa agendada para esta tarde, a EMA salienta que esta conclusão suscita que seja recordado aos profissionais de saúde e pessoas que recebem a vacina que estas reações podem ocorrer num intervalo de duas semanas após a vacinação e renova o alerta sobre os sinais a estar atento: dores de cabeça fortes, hemorrogias, nódoas negras e febres. “Até aqui, a maioria dos casos ocorreram em mulheres com menos de 60 anos de idade nas duas primeiras após a vacina”, refere a EMA, salientando que não foram até ao momento apurados fatores de risco específicos. Já na conferência de imprensa, que arrancou com a diretora-geral da EMA a salientar que agência europeia do medicamento mantém que os benefícios da vacina superam os riscos, Emer Cooke sublinhou que não há assim nenhuma indicação sobre doenças prévias ou outro qualquer motivo que indique uma predisposição para estas reações.

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O comité reviu ao todo 62 casos de trombose cerebral dos seios venosos e 24 casos de trombose de veias, 18 dos quais fatais. Estes casos foram reportados através dos sistemas de notificação de reações adversas de entre um total de 25 milhões de pessoas que receberam a vacina da AstraZeneca na UE e no Reino Unido.

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