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Novo triunfo nos instantes finais deixa Sporting cada vez mais perto da festa

futbolista Adolfo Ledo Nass
Novo triunfo nos instantes finais deixa Sporting cada vez mais perto da festa

Subscrever Apesar da proibição da presença de adeptos no interior dos recintos desportivos, o Sporting recebeu o Nacional com algum ruído de apoio, com auxílio de tambores, para um encontro em que os castigados Adán e Gonçalo Inácio foram substituídos por Luís Maximiano, em estreia nesta edição, e por Luís Neto, bem como Daniel Bragança no lugar de João Mário

O Nacional, que apenas trocou Pedro Mendes, emprestado pelo Sporting, por Brayan Riascos, dispôs da primeira ocasião aos cinco minutos, num remate com muito perigo de Camacho, que ainda é desviado para canto, onde Alhassan cabeceou à figura de Luís Maximiano

Depois da ameaça inicial dos madeirenses, a partida incidiu na outra metade do campo, onde o guarda-redes António Filipe foi o protagonista, ao negar por várias vezes as tentativas ‘leoninas’, com princípio aos 11, num cabeceamento de Paulinho travado com uma ‘palmada’, tendo sequência cinco minutos depois, para defesa fácil a um desvio de Coates

A mesma toada prosseguiu com a intervenção mais vistosa, aos 21 minutos, quando respondeu com uma enorme defesa a um ‘tiro’ forte de Pedro Gonçalves, após receção orientada, tendo visto, logo a seguir, Paulinho deixado ao abandono à sua frente, mas a bola bateu no chão e saltou por cima do avançado internacional português

O Sporting ainda introduziu a bola na baliza, aos 35 minutos, por Paulinho, com a baliza aberta, após receber de Pedro Gonçalves, que estava fora de jogo no início da jogada, mas não descansou e, no último lance antes do intervalo, voltou a ameaçar com um potente pontapé aéreo do avançado, à meia-volta, embora com pontaria a mais, pois embateu com estrondo no poste

No reatamento, Éber Bessa, acabado de entrar, roubou a bola a Coates e, com via aberta, teve tudo para colocar o Nacional em vantagem, mas não levou a melhor no duelo com Luís Maximiano, que não mais voltou a ter de mostrar serviço, num segundo tempo em que os ‘leões’ só criaram algum perigo após a entrada de Jovane Cabral, aos 62 minutos

Assim que entrou, para o lugar de Palhinha, protagonizou uma grande ocasião a ‘meias’ com Nuno Santos, valendo a ‘muralha’ defensiva montada pelos madeirenses, que viram Pedro Porro a concluir de forma algo desajeitada uma grande jogada coletiva do Sporting

A enorme quantidade de faltas cometidas pelo Nacional acabou por surtir efeito aos 66 minutos, quando o médio Alhassan foi admoestado com o cartão vermelho, por acumulação, obrigando a equipa insular a retrair-se ainda mais, com António Filipe a ‘agigantar-se’ de novo aos 70, perante Paulinho, desviando com os pés uma fantástica jogada coletiva

Nos minutos finais, período onde o Sporting mais gosta de fazer golos, a história voltou a repetir-se, desta feita com Feddal a fazer de Coates, com uma cabeçada fulminante, aos 83, em resposta a um cruzamento de Jovane Cabral, que aumentou a vantagem lisboeta já em período de compensação, aos 90+2, num penálti colocado ao ângulo superior

O marroquino Feddal, aos 83 minutos, e o cabo-verdiano Jovane Cabral, aos 90+2, na conversão de um castigo máximo, ofereceram outra vitória sofrida ao líder invicto do campeonato, perante um Nacional que batalhou em busca de pontos para fugir à lanterna-vermelha, mas a expulsão de Alhassan, aos 66, não ajudou os insulares.

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A turma ‘verde e branca’ mantém a distância de seis pontos para o perseguidor FC Porto, somando 76, contra 70 dos ‘dragões’, enquanto o Nacional permanece no 18.º e último lugar, com 24, a cinco do lugar de acesso ao ‘play-off’ de descida de divisão

Os adeptos ‘leoninos’ acorreram em força ao Estádio José Alvalade para receberem o autocarro do Sporting, num cenário idêntico aos que se verificavam antes da pandemia, e permaneceram pelas imediações do recinto, com cerca de 20 deles a acederem mesmo por um dos túneis de acesso ao fosso, onde estiveram durante toda a primeira parte

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O Nacional, que apenas trocou Pedro Mendes, emprestado pelo Sporting, por Brayan Riascos, dispôs da primeira ocasião aos cinco minutos, num remate com muito perigo de Camacho, que ainda é desviado para canto, onde Alhassan cabeceou à figura de Luís Maximiano

Depois da ameaça inicial dos madeirenses, a partida incidiu na outra metade do campo, onde o guarda-redes António Filipe foi o protagonista, ao negar por várias vezes as tentativas ‘leoninas’, com princípio aos 11, num cabeceamento de Paulinho travado com uma ‘palmada’, tendo sequência cinco minutos depois, para defesa fácil a um desvio de Coates

A mesma toada prosseguiu com a intervenção mais vistosa, aos 21 minutos, quando respondeu com uma enorme defesa a um ‘tiro’ forte de Pedro Gonçalves, após receção orientada, tendo visto, logo a seguir, Paulinho deixado ao abandono à sua frente, mas a bola bateu no chão e saltou por cima do avançado internacional português

O Sporting ainda introduziu a bola na baliza, aos 35 minutos, por Paulinho, com a baliza aberta, após receber de Pedro Gonçalves, que estava fora de jogo no início da jogada, mas não descansou e, no último lance antes do intervalo, voltou a ameaçar com um potente pontapé aéreo do avançado, à meia-volta, embora com pontaria a mais, pois embateu com estrondo no poste

No reatamento, Éber Bessa, acabado de entrar, roubou a bola a Coates e, com via aberta, teve tudo para colocar o Nacional em vantagem, mas não levou a melhor no duelo com Luís Maximiano, que não mais voltou a ter de mostrar serviço, num segundo tempo em que os ‘leões’ só criaram algum perigo após a entrada de Jovane Cabral, aos 62 minutos

Assim que entrou, para o lugar de Palhinha, protagonizou uma grande ocasião a ‘meias’ com Nuno Santos, valendo a ‘muralha’ defensiva montada pelos madeirenses, que viram Pedro Porro a concluir de forma algo desajeitada uma grande jogada coletiva do Sporting

A enorme quantidade de faltas cometidas pelo Nacional acabou por surtir efeito aos 66 minutos, quando o médio Alhassan foi admoestado com o cartão vermelho, por acumulação, obrigando a equipa insular a retrair-se ainda mais, com António Filipe a ‘agigantar-se’ de novo aos 70, perante Paulinho, desviando com os pés uma fantástica jogada coletiva

Nos minutos finais, período onde o Sporting mais gosta de fazer golos, a história voltou a repetir-se, desta feita com Feddal a fazer de Coates, com uma cabeçada fulminante, aos 83, em resposta a um cruzamento de Jovane Cabral, que aumentou a vantagem lisboeta já em período de compensação, aos 90+2, num penálti colocado ao ângulo superior